Archive for the ‘amor’ Category

Um proveta do Amor pela Cruz de Cristo


2010
08.20

A Agonia de Jesus pelo Santo Padre Pio

O Santo Padre Pio é um dos maiores místicos de nosso tempo.

Nos ensinou o amor radical ao coração de Jesus e a sua Igreja.

Sua vida era oração, sacrifício, pobreza.

No dia 16 de junho de 2002, sua Santidade João Paulo II canonizou ao Beato Padre Pio.

O primeiro sacerdote canonizado que tem os estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo. (mais...)

FRJ DAY 2010


2010
07.20

Venha VOCÊ tambem fazer parte dessa história.

Neste Sabado, dia 24/07, iniciaremos as vendas das camisas que são nossos ingressos..

Existe uma esperança, esse tema da FRJ 2010 vem abraçar junto com as campanhas: Use Musica, Não deixe a droga controlar sua vida; De cara limpa contra as Drogas.

Neste trabalho ardo que nossos governantes tem se empenhado contra as drogas, a Comunidade Vida Nova e a FRJ 2010
querem abraçar esta causa, mostrando para os jevens, para o mundo que é possivel sim, viver uma vida melhor, digna, honesta, sem drogas, sem bebidas, sem cigarros, e com a pureza de espirito e de coração.

VENHA FAZER PARTE DESSA HISTORIA,

SÓ ESTA FALTANDO VOCÊ!!!

OFICIAL – FRJ 2010


2010
07.17

(mais...)

Não me ama mais!


2010
01.06

Amar é uma atitude em favor do outro

Quanta angústia e até desespero quando se ouve do outro: “Não gosto mais de você!” O gostar é um sentimento. Nossos sentimentos podem mudar de um minuto a outro. Por exemplo, posso estar muito feliz, porém, se de repente recebo uma notícia ruim, torno-me muito triste. Meu sentimento, que era de alegria, agora é de tristeza. Mudou em segundos. Se o amor for apenas um sentimento, então, ele é frágil e pode mudar ou acabar de uma hora para outra.

(mais...)

Homilia na Solenidade da Epifania: Força de Deus é amor-06/01/10


2010
01.06

Vatican Information Service, com tradução de CN Notícias

Queridos irmãos e irmãs!

Hoje, Solenidade da Epifania, a grande luz que irradia da Gruta de Belém ultrapassa os Magos provenientes do Oriente e inunda toda a humanidade. A primeira leitura trata do Livro do profeta Isaías, e a passagem do Evangelho de Mateus, que acabamos de ouvir, põe a promessa e seu cumprimento uma ao lado da outra, naquela particular tensão que existe quando se lê as passagens do Antigo e do Novo Testamento em sequência. (mais...)

Namorar não é fácil


2009
08.04

O convívio nos coloca abertos às criticas

Pessoas com desejo de se casar e constituir família sentem-se frustradas por não conseguirem levar adiante um relacionamento. O problema parece ainda maior quando se lembram dos namoros anteriores malsucedidos, nos quais foram criados vários sonhos em castelos de areia por acreditarem ter encontrado o (a) príncipe (princesa) encantado (a). Esses traumas seguramente seriam minimizados se, durante o envolvimento, esses casais levassem mais em conta a falta de disposição do outro para acolher as exigências e as responsabilidades da vida a dois, além de outros sinais que poderiam ser um forte indício de incompatibilidade.

É engano acreditar que somente pela condição financeira estabilizada ou pela boa aparência se consiga estabelecer um namoro duradouro. Viver bem esse tempo significa permitir que este nos ajude e nos ensine a lidar com algumas situações ainda não experimentadas, como divergências de opinião, interferências dos familiares no relacionamento, dificuldades em encontrar o equilíbrio, brigas, vícios, entre outras dificuldades que certamente surgirão durante o processo de conhecimento mútuo.

No convívio, o casal de namorados passa a ser regido conforme um princípio comum, estabelecido a partir dos valores nos quais foram educados e que irão fundamentar uma futura vida conjugal. Da mesma maneira que formamos opiniões sobre as pessoas, estas também criam conceitos a nosso respeito. Se num breve encontro com alguém somos capazes de fazer um julgamento, bem maiores serão as chances de elaborarmos um verdadeiro dossiê a respeito da pessoa com quem estamos convivendo nessa fase [namoro]. Muito mais que se confrontarem com ocasiões divergentes, os enamorados precisarão buscar soluções sensatas para equacionar os variados tipos de impasses.

É certo que a experiência do convívio a dois nos coloca abertos às possíveis críticas e a recíproca também é verdadeira. Ser desaprovados a respeito de uma roupa que estamos usando, por exemplo, não nos causa tanto desconforto se comparado ao mal-estar causado ao sermos censurados pelo nosso comportamento. Aprender a acolhê-las [críticas] e aplicá-las no nosso viver é uma das virtudes necessárias para o desenvolvimento de um bom relacionamento. Esse novo processo, o qual muitas vezes é lento, se torna mais fácil com a ajuda do outro, quando este também deseja viver as possíveis mudanças exigidas.

Namorar alguém muito diferente de nós, não significa que o relacionamento esteja fadado ao fracasso. Por outro lado, sabemos que, nesses casos, maiores devem ser os gestos de paciência e esforço de forma a criar novas perspectivas para as divergências nos pontos de vista, valores, ideais, entre outros. Apenas reclamar do (a) namorado (a) – que foi sua escolha – de nada ajudará.

O ritmo da nossa vida nos impulsiona a sermos melhores a cada dia. Não podemos ser guiados pelo próprio comodismo de continuar a ser aquilo que nos torna pouco agradáveis ou intransigentes ao outro. Insistir na ideia de que “aquele que gosta de mim precisa me aceitar como sou” não funciona. Fazer uma avaliação sobre o que tem sido vivido no namoro e corrigir os possíveis desvios facilita o convívio e fortalece os laços. Pode acontecer que, nessa análise, se descubra a intolerância como uma possível causa da desarmonia no relacionamento, a qual não deve ser levada para a próxima etapa, isto é, o casamento.

Conheça a Comunidade Gente de Fé

Um abraço,

Foto Dado Moura
contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova, como articulista.
Para ouvir comentários de outros artigos, acesse: podcast Relacionamentos
Outros temas do autor: www.dadomoura.com

Maneira de rezar um texto da Bíblia – como sugere Santo Inácio de Loyola


2009
07.31

1. Escolha um lugar e hora para sua leitura orante. Pode ser que você aproveite o horário do almoço do seu serviço e vá a uma Igreja que fique aberta. Pode ser que você reze na sua casa, diante de uma simples estampa, de uma vela acesa. O importante é que você arrume um ambiente que ajude você a estar em oração.

2. Lembre-se! Por detrás e pela frente ele - nosso bom Deus - nos abrange (Sl 139/138). Em boa paz, acomode-se e acolha sua Presença amorosa e sábia.

3. Faça a oração preparatória, como os discípulos: “Ensina-nos a rezar!” Santo Inácio sugeria pedir ao Pai: Senhor, que todas as minhas orações e ações estejam voltadas somente para Ti!

4. Assuma com ele de dar o tempo que você combinou para a leitura orante. Se tiver tentação de diminuir, porque hoje não está “tão gostoso” como ontem, aumente um minutinho o tempo, mas nunca diminua! Sugerimos de 15 a 30 minutos cada dia.

5. Crie também um ambiente interno para sua oração! Santo Inácio chamava este momento de “composição de lugar”. Cada passagem do Evangelho vai pedir uma diferente: o presépio, uma casa humilde, um campo, a beira de uma estrada, uma feira livre, uma sala de uma casa rica, o Calvário. Vamos ajudar você em cada leitura. O importante é que você irá deixando que o que diz a Palavra de Deus “evangelize” também sua imaginação.

*Então você tome o texto da Bíblia. Leia todo, mas com calma, uma primeira vez. Pare um pouco: faça o pedido de graça, que aquele Evangelho sugere. Varia conforme o que Jesus quer mostrar.
*
Depois leia de novo a passagem. Desta vez, versículo por versículo. Pare a cada versículo lido. Preste atenção ao “barulhinho” que ele faz lá dentro de você. Ou repare na “pequena chama” que o Espírito de Jesus acendeu dentro de você. Aprenda com seu coração. Diga para Jesus ou para o Pai ou para Maria ou para José ou para aquela mulher pecadora ou aquele discípulo o que seu coração falar!
*Terminando o tempo, agradeça o tempo, diga amais alguma coisa que você queira, responda a alguma inspiração ou apelo que você percebeu e se despeça rezando, com carinho, o Pai Nosso ou Alma de Cristo ou Ave Maria, conforme o caso e você preferir.
*É muito bom anotar, depois, a alguma coisa mais importante que foi dada a você: uma iluminação, uma inspiração, um apelo.

Parece muita coisa de uma vez só? Não se impressione! Queremos ajudar a ir seguindo com sossego este bom caminho. Você vai ver como irá longe!

LEITURA: Lc 10, 38-42: Jesus entrou num povoado, e uma mulher, de nome Marta, o recebeu em sua casa. Ela tinha uma irmã, Maria, a qual se sentou aos pés do Senhor e escutava a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com os muitos afazeres da casa. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha com todo o serviço? Manda, pois que ela venha me ajudar!” O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas. No entanto, uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”.

No seu lugar e na sua hora de oração, abra com carinho a Bíblia e leia o texto! Faça sua oração preparatória: Senhor eu esteja somente com meu coração voltado para escutar teu ensinamento!

Composição de lugar: com os olhos da imaginação, veja Jesus na sala da casa de seus amigos, Lázaro, Maria e Marta (Jo 11,1). Imagine um rancho grande do interior. Pense como “gente da roça” sabe receber os amigos! Marta toma a frente, para que tudo saia bem. Lázaro deve ter ido matar uns frangos ou um cabrito para assar. Jesus está com seus acompanhantes, discípulos e discípulas. Você é discípulo, discípula? Vá chegando! Fique à vontade!. Jesus fala e Maria de Betânia escuta e aprende! Hoje você também é como Maria de Betânia: quer ver Jesus, Caminho, Verdade e Vida e aprender com ele como é ser cristão.

Aproveite para fazer seu pedido de graça: Jesus, você disse que somente os puros de coração têm a felicidade de ver a Deus. Limpa meu coração de todo egoísmo, falta de solidariedade, raiva, ressentimento para que eu possa ver você, Bom Jesus!

Oração: Abri Senhor, os meus lábios para bendizer o vosso santo nome. Purificai o meu coração de todos os pensamentos vãos, desordenados e estranhos. Iluminai o meu entendimento e inflamai minha vontade para que possa rezar digna, atenta e devotamente esta oração, e mereça ser atendido na presença da vossa divina Majestade. Por Cristo, nosso Senhor Amém.

Ó Deus, que suscitastes em vossa Igreja Santo Inácio de Loiola para propagar a maior glória do vosso nome, fazei que, auxiliados por ele, imitemos seu combate na terra, para partilharmos no céu sua vitória. Por Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Clique em comentários e deixe a sua experiência e seus pedidos de orações.

Santo Inácio de Loiola rogai por nós!

Chamado por Deus para ser íntimo d’Ele


2009
07.31

Formação

Quando decidi servir ao Senhor, meu objetivo era anunciar a Boa Nova, de forma que muitas pessoas vivessem a mesma experiência de conversão, libertação e alegria que havia vivido quando do meu encontro pessoal com Cristo e do batismo no Espírito Santo.

Já são mais de 3 anos morando na Comunidade Canção Nova, 12 de caminhada na Renovação Carismática Católica e quase 20 anos servindo a Deus com a música. É, comecei cedo, com apenas 7 anos de idade já estava cantando na Santa Missa das crianças, na minha paróquia, na cidade de Martins, no interior do Rio Grande do Norte.

Sempre me identifiquei com a música como meio de evangelizar. Foi o dom dado pelo Senhor que primeiro se destacou em mim. Apesar de uma longa caminhada, vejo que posso e devo ainda crescer muito no serviço a Deus por intermédio da música.

Somente que, nesses últimos tempos, dentro da minha vida de oração, tenho descoberto que não serei julgado pelo Altíssimo pelo número de músicas que cantei, nem pela quantidade de animações que fiz, tampouco pelas belas canções que compus. Isso também não acontecerá pela quantidade de pregações proferidas ou curas e libertações realizadas por Deus através da minha oração e da minha canção. Entendi que serei julgado pelo Senhor pela minha intimidade com Ele. De fato, esta passagem do Evangelho se esclareceu: “Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em Teu nome que expulsamos demônios? E não foi em Teu nome que fizemos muitos milagres?' Então, eu lhes declararei: Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7, 22-23).

Pensava ter saído da minha casa para me tornar um evangelizador, um missionário. Sim, mas algo maior precisa ser a base desse serviço. Larguei tudo para viver uma intimidade com Deus, para entrar mais em comunhão com Ele, para conhecê-Lo verdadeiramente. Sem essa intimidade não há eficácia na missão. Não vim para trabalhar pelo trabalho em si, nem para realizar curas; vim para ser santo, para ser íntimo do Senhor.

Hoje, convido você para focalizar sua vida na busca pela intimidade com Deus, numa crescente e profunda intimidade com Ele. Com isso, meu irmão, você pode ser um cantor, um musicista, um ministro da música, da Palavra, de cura, etc., o que você for será eficaz, pois será, de fato, apenas um instrumento nas mãos do Senhor.

Busque essa intimidade! Deus o chamou para isso! Não importa o tempo que você tem no serviço, na caminhada – se 20 anos ou 20 dias – saiba que o Senhor o chama, em primeiro lugar, a ser íntimo d'Ele. Então, busque-O!

Não oremos para compor, para pregar bem, para gravar CDs, entre outros, pois tudo isso vem como consequência da missão. Coloquemo-nos em oração, façamos jejum e mortificações para sermos mais íntimos do Senhor.

Deus nos abençoe!

Com carinho,

Emanuel Stênio
Missionário da Comunidade Canção Nova

Só o amor convence


2009
07.09

O homem sábio não quer apenas ser feliz, mas fazer o outro feliz

O homem sábio não quer apenas ser feliz, mas fazer o outro feliz. A sabedoria contagia e se apresenta com doçura. Se você faz as coisas com doçura as pessoas vão amá-lo profundamente, pois você as terá conquistado.

Dom Bosco diz que o jovem não precisa simplesmente saber que é amado, ele precisa de gestos concretos de amor. Existem coisas que são extremamente doces neste mundo, uma delas é o nosso nome. Como é bom quando alguém se lembra da gente, quando não só nos admira, mas nos ama!

Nós não trazemos as pessoas para Deus por meio da exortação, mas sim, por meio de gestos concretos de amor. Só o amor cura, só o amor transforma, só o amor convence. É esse sentimento nobre que nos leva a ultrapassar os nossos limites. "Nada pela força, tudo pelo amor!" afirma São Francisco de Sales. Nisso está o verdadeiro poder.

Quando nós nos colocamos a serviço de alguém essa pessoa entende que estamos lhe dando amor. As coisas simples e os gestos pequenos de carinho fazem grande diferença. Muitas vezes o que os seus familiares mais querem é a sua atenção. O que você pode fazer é se colocar ao alcance das pessoas. Se você quer atingi-las deve antes descobrir do que elas estão precisando.

Eu tenho quase certeza de que você já teve a oportunidade de ter sido colocado numa roda na qual o acusaram. É difícil quando as pessoas que consideramos como amigas participam de tal acusação. Isso dói no mais profundo da alma!

O que mais me impressiona na passagem que narra o encontro da mulher pecadora com Jesus (cf. João 8,1-11) é a maneira doce com que Nosso Senhor a trata. Ele não lançou nenhum olhar de acusação nem para a mulher nem para as pessoas que armaram aquela emboscada. Ele faz um desafio. Não foi Cristo quem os acusa, são suas consciências. O Senhor presta àquela mulher o maior serviço que alguém poderia prestar: Ele salva a vida dela.

Jesus conversa com aquela mulher, e ao fazê-lo ela O compreende. Não existe maneira de compreender as pessoas sem conversar com elas. Há quanto tempo você não pergunta à sua mãe como ela está?

Existe uma colaboração que só você pode dar, escute as pessoas que estão à sua volta. Só sabemos o quanto um sapato aperta o pé quando o calçamos. “Calce o sapato” do seu irmão para saber onde está apertando; entre na vida dele, seja participativo!

Você vai conseguir trazer as pessoas para Deus a partir da sua experiência. A nossa missão é fazer com que as pessoas amem a Jesus, que se tornem sensíveis ao Seu amor. Quando a gente ama, até o nosso silêncio fala.

Foto Márcio Mendes
marciomendes@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, formado em teologia, autor dos livros "Quando só Deus é a resposta" e "Vencendo aflições, alcançando milagres".

Ninguém está livre das crises de relacionamento


2009
07.09

Por melhor que seja o convivio não estamos livres das turbulências

Viver bem um relacionamento significa assumir o objetivo de um compromisso pautado no equilíbrio. Podemos ter anos de convivência conjugal, sem com isso anular a nossa identidade ao nos relacionarmos com nosso cônjuge. Dessa forma, no decorrer dos dias, apesar da reta intenção, vamos descobrindo que, apesar do longo convívio, não estamos isentos de desavenças pertinentes às nossas vidas.

Ao iniciarmos uma vida a dois, traçamos projetos e idealizamos uma convivência livre de transtornos, mas, por mais que acreditemos na infalibilidade de nossas metas, podemos testemunhar alguns erros na administração de alguns conflitos quando surgem divergências de opinião.

Se há uma coisa da qual não podemos nos vangloriar é a respeito da nossa superioridade quanto às crises e dificuldades durante nossas vidas. Mesmo aqueles que sustentam uma saudável convivência, é perfeitamente natural que, vez por outra, também tenham de enfrentar suas falhas.

Por melhores que sejam nossas relações, ainda assim, jamais estaremos livres dos choques de opinião. Cedo ou tarde, o número de pessoas com as quais nos relacionamos cresce e numa família, apesar dos conflitos (o que é normal), não podemos transformar nossa casa numa arena na qual somente o mais forte sobrevive.

Não será na elevação do tom de voz ou na imposição da autoridade que faremos alguém nos ouvir ou ser convencido daquilo que argumentamos. Muitas brigas e debates alcançam drásticos desfechos quando a consciência é dirigida por uma razão irredutível ou sedenta de vencer uma discussão a qualquer custo. Mesmo que para isso seja necessário interromper o discurso da outra pessoa com frases do tipo: “Você sempre diz a mesma coisa!”; “É assim que eu quero que seja!” ou “Você nunca fez isso ou aquilo”... Suprimindo, dessa forma, o direito de fala do outro e sem apresentar uma solução plausível à questão em pauta.

O entendimento diante dos impasses acontece quando há uma troca de ideias e o monólogo cede lugar ao diálogo.

Graças às exigências dos nossos convívios, somos impulsionados a nos “desinstalar” de nossa autosuficiência. Reconhecer nossa fraqueza ou nossa impotência em assimilar algo novo, não minimiza nossa integridade, mas nos faz nos unir, mais uma vez, com a pessoa, seja o cônjuge ou filhos, na intenção do propósito assumido.

Tornar a nossa opinião clara e objetiva – diante dos inevitáveis impasses – é o que faz com que um diálogo flua. Dessa forma, devemos atentar para o modo como tratamos as divergências, pois, a habilidade em resolver uma questão delicada está na maneira como alcançamos seus resultados. Assim, aprenderemos, nesse percurso, a acolher as ideias da outra pessoa, percebendo que, em muitas ocasiões, “perder” numa discussão pode significar ganhar em conhecimento a partir de outra perspectiva.

Deus abençoe

Foto Dado Moura
contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o portal Canção Nova, como articulista.
Para ouvir comentários de outros artigos, acesse: podcast Relacionamentos
Outros temas do autor: www.dadomoura.com


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