Archive for the ‘sofrimento’ Category

Um proveta do Amor pela Cruz de Cristo


2010
08.20

A Agonia de Jesus pelo Santo Padre Pio

O Santo Padre Pio é um dos maiores místicos de nosso tempo.

Nos ensinou o amor radical ao coração de Jesus e a sua Igreja.

Sua vida era oração, sacrifício, pobreza.

No dia 16 de junho de 2002, sua Santidade João Paulo II canonizou ao Beato Padre Pio.

O primeiro sacerdote canonizado que tem os estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo. (mais...)

Trocando palavras com letras e palavras…


2010
01.05

Bem, galera...

Estamos vivendo em um mundo, que o Meio Ambiente, esta "Revoltado" com todos nós homens e mulheres.

Muitos choram, por entes queridos mortos... choram por crianças nascidas, mais nasceram com a promessa de dar frutos a Vida.

Vida essa que nós estamos vendo se acabar, no meio das cores belas de um arco-iris, até imbassado. Meu Deus.

O mundo Pede SOCORRO. e nós só sabemos fazer churrascos, bebidas alcolólicas, entre outras coisas que só destroeem...

(mais...)

Michael Jackson tributo a quem?


2009
07.09

Michael Joseph Jackson esse é o nome completo dele, mas neste caso não fala tudo de sua identidade, que só será “conhecida” pela mídia que sempre explorou sua imagem sem se preocupar com a verdade de sua historia. Joe Jackson era pai de nove crianças: Jackie, Tito, Marlon, Jermaine, Maureen, La Toya, Janet, Randy e Michael – uma família grande e pobre. Joseph trabalhava como operário e nas horas vagas tentava carreira musical em vários grupos, sem sucesso. No entanto, não demorou para ele notar a aptidão dos filhos para a música. Quando Michael tinha 5 anos, passou a integrar, junto com Jackie, Tito, Marlon, Jermaine o grupo Jackson’s Five.

Michael se destacava dos irmãos facilmente. Era o mais afinado e tinha um talento natural para dançar. Mesmo sendo o caçula do grupo, era ele o líder dos Jackson’s. Por este motivo, um ano depois, o cantor decidiu começar carreira-solo, paralelamente aos trabalhos com os irmãos. Começava aí a tentativa de Michael em fugir do controle exagerado do pai, que impedia os garotos de terem uma infância normal, pressionando e exigindo total dedicação à carreira artística. Acredita-se também que Joe batia nos filhos ou lhes impunha castigos exagerados. Um talentoso menino despontava entre nove irmãos, a partir daí conhecemos somente o resultado do extraordinário, raro, novo talento, um verdadeiro fenômeno. Conhecemos também os frutos de uma infância pobre, o resultado polêmico de alguém que se viu aviltado das etapas mais naturais e essências da vida de um menino normal. Egocêntrico: alguém que se faz o centro principal das atenções; Astro: Notabilidade de primeira ordem; Rei do pop: soberano da música popular; Mito: Coisa fabulosa ou rara.

“Não precisamos de autópsia para saber que o menino Michael morreu cedo. No meio de fantasias para mudar de rosto, de corpo, de cor, ele não aprendeu a lidar com emoções reais. Trabalhou como homem quando era criança. E ainda era uma criança quando amadureceu. Tímido, ousado, idolatrado e acusado. Um mito de quantas faces? Misteriosamente irreconhecível, ele se escondia no mundo da fantasia, sim. Mas espiava a realidade. Doou milhões para crianças doentes. E, quem esquece, é dele o hino da esperança. “We are the world” uniu o planeta contra a fome na África. Quem era ele, afinal?” (Fonte: globo repórter de 27/06/09). Quem se preocupou em mostrar para esse menino a saída dos labirintos que a vida nos proporciona?

Dentro de mim fica uma inquietante pergunta: como podemos garimpar das pessoas aquilo que elas têm de melhor, de mais talentoso, sem roubar a sua integridade, sua verdade? Permitindo ao ser humano que se revele também a preciosidade de sua natureza. Há todos nós da mídia ou não vejo que falta a sensibilidade ou o talento de ver as pessoas por dentro, não somente a sua bela casca, aquilo que aparece, pois o “essencial é invisível aos olhos” (O Pequeno Príncipe). E não se render somente àquilo que elas podem me dar, mas principalmente com aquilo que elas podem vir a Ser. Em tudo isso, vejo que o maior perdedor, ou quem menos ganhou de verdade com tudo isso, apesar de toda riqueza artística que ele nos deixou foi o pequeno gigante Michael Jackson. Fica registrado aqui o meu carinho a este artista e as minhas orações, que também marcou minha adolescência e juventude. Michael descanse em paz!

Tradução da musica “Ben” do inicio de sua carreira:

Ben, nós dois não precisamos mais procurar
Nós dois achamos o que estávamos procurando

Com um amigo para chamar de meu
Nunca estarei sozinho
E você, meu amigo, verá
Que tem um amigo em mim
Ben, você está sempre correndo aqui e ali
Você sente que não é querido em lugar algum
Se algum dia você olhar para trás

E não gostar do que você achar
Há algo que você deveria saber
Você tem um lugar para ir
Eu costumava dizer “eu” e “eu”

Agora é nós, agora é nós
Ben, a maioria das pessoas mandaria você embora
Eu não escuto uma palavra do que eles dizem
Eles não vêem você como eu vejo
Eu gostaria que eles tentassem
Tenho certeza de que eles pensariam novamente
Se eles tivessem um amigo como o Ben.

Matéria relacionada: Michael Jackson: o grande menino!

Clique em comentários e deixe a sua opinião ou sua homenagem a este pequeno gigante da arte mundial.

Minha benção fraterna.

Padre Luizinho,
Sacerdote Canção Nova.

Ninguém está livre das crises de relacionamento


2009
07.09

Por melhor que seja o convivio não estamos livres das turbulências

Viver bem um relacionamento significa assumir o objetivo de um compromisso pautado no equilíbrio. Podemos ter anos de convivência conjugal, sem com isso anular a nossa identidade ao nos relacionarmos com nosso cônjuge. Dessa forma, no decorrer dos dias, apesar da reta intenção, vamos descobrindo que, apesar do longo convívio, não estamos isentos de desavenças pertinentes às nossas vidas.

Ao iniciarmos uma vida a dois, traçamos projetos e idealizamos uma convivência livre de transtornos, mas, por mais que acreditemos na infalibilidade de nossas metas, podemos testemunhar alguns erros na administração de alguns conflitos quando surgem divergências de opinião.

Se há uma coisa da qual não podemos nos vangloriar é a respeito da nossa superioridade quanto às crises e dificuldades durante nossas vidas. Mesmo aqueles que sustentam uma saudável convivência, é perfeitamente natural que, vez por outra, também tenham de enfrentar suas falhas.

Por melhores que sejam nossas relações, ainda assim, jamais estaremos livres dos choques de opinião. Cedo ou tarde, o número de pessoas com as quais nos relacionamos cresce e numa família, apesar dos conflitos (o que é normal), não podemos transformar nossa casa numa arena na qual somente o mais forte sobrevive.

Não será na elevação do tom de voz ou na imposição da autoridade que faremos alguém nos ouvir ou ser convencido daquilo que argumentamos. Muitas brigas e debates alcançam drásticos desfechos quando a consciência é dirigida por uma razão irredutível ou sedenta de vencer uma discussão a qualquer custo. Mesmo que para isso seja necessário interromper o discurso da outra pessoa com frases do tipo: “Você sempre diz a mesma coisa!”; “É assim que eu quero que seja!” ou “Você nunca fez isso ou aquilo”... Suprimindo, dessa forma, o direito de fala do outro e sem apresentar uma solução plausível à questão em pauta.

O entendimento diante dos impasses acontece quando há uma troca de ideias e o monólogo cede lugar ao diálogo.

Graças às exigências dos nossos convívios, somos impulsionados a nos “desinstalar” de nossa autosuficiência. Reconhecer nossa fraqueza ou nossa impotência em assimilar algo novo, não minimiza nossa integridade, mas nos faz nos unir, mais uma vez, com a pessoa, seja o cônjuge ou filhos, na intenção do propósito assumido.

Tornar a nossa opinião clara e objetiva – diante dos inevitáveis impasses – é o que faz com que um diálogo flua. Dessa forma, devemos atentar para o modo como tratamos as divergências, pois, a habilidade em resolver uma questão delicada está na maneira como alcançamos seus resultados. Assim, aprenderemos, nesse percurso, a acolher as ideias da outra pessoa, percebendo que, em muitas ocasiões, “perder” numa discussão pode significar ganhar em conhecimento a partir de outra perspectiva.

Deus abençoe

Foto Dado Moura
contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o portal Canção Nova, como articulista.
Para ouvir comentários de outros artigos, acesse: podcast Relacionamentos
Outros temas do autor: www.dadomoura.com

Quando o sofrimento bater à sua porta


2008
11.17

Sofremos demais por aquilo que é de menos

Sofrer é como experimentar as inadequações da vida. Elas estão por toda parte. São geradas pelas nossas escolhas, mas também pelos condicionamentos dos quais somos vítimas.

Sofrimento é destino inevitável, porque é fruto do processo que nos torna humanos. O grande desafio é saber identificar o sofrimento que vale a pena ser sofrido.

Perdemos boa parte da vida com sofrimentos desnecessários, resultados de nossos desajustes, precariedades e falta de sabedoria. São os sofrimentos que nascem de nossa acomodação, quando, por força do hábito, nos acostumamos com o que temos de pior em nós mesmos.

Perdemos a oportunidade de saborear a vida só porque não aprendemos a ciência de administrar os problemas que nos afetam. Invertemos a ordem e a importância das coisas. Sofremos demais por aquilo que é de menos. E sofremos de menos por aquilo que seria realmente importante sofrer um pouco mais.

Sofrer é o mesmo que purificar. Só conhecemos verdadeiramente a essência das coisas à medida que as purificamos. O mesmo acontece na nossa vida. Nossos valores mais essenciais só serão conhecidos por nós mesmos se os submetermos ao processo da purificação.

Talvez, assim, descubramos um jeito de reconhecer as realidades que são essenciais em nossa vida. É só desvendarmos e elencarmos os maiores sofrimentos que já enfrentamos e quais foram os frutos que deles nasceram. Nossos maiores sofrimentos, os mais agudos. Por isso se transformam em valores.

O sofrimento parece conferir um selo de qualidade à vida, porque tem o dom de revesti-la de sacralidade, de retirá-la do comum e elevá-la à condição de sacrifício.

Sacrifício e sofrimento são faces de uma mesma realidade. O sofrimento pode ser também reconhecido como sacrifício, e sacrificar é ato de retirar do lugar comum, tornar sagrado, fazer santo. Essa é a mística cristã a respeito do sofrimento humano. Não há nada nesta vida, por mais trágico que possa nos parecer, que não esteja prenhe de motivos e ensinamentos que nos tornarão melhores. Tudo depende da lente que usamos para enxergar o que nos acontece. Tudo depende do que deixaremos demorar em nós.

 



 

Spinoza escreveu: “Percebi que todas as coisas que temia e receava só continham algo de bom ou de mau na medida em que o ânimo se deixava afetar por elas”. O filósofo tem razão. A alegria ou a tristeza só poderão continuar dentro de nós à medida que nos deixamos afetar por suas causas. É questão de escolha. Dura, eu sei. Difícil, reconheço. Mas ninguém nos prometeu que seria fácil.

 

Se hoje a vida lhe apresenta motivos para sofrer, ouse olhá-los de uma forma diferente. Não aceite todo esse contexto de vida como causa já determinada para o seu fracasso. Não, não precisa ser assim.

 

Deixe-se afetar de um jeito novo por tudo isso que já parece tão velho. Sofrimentos não precisam ser estados definitivos. Eles podem ser apenas pontes, locais de travessia. Daqui a pouco você já estará do outro lado; modificado, amadurecido.

 

Certa vez, um velho sábio disse ao seu aluno que, ao longo de sua vida, ele descobriu ter dentro de si dois cães – um bravo e violento, e o outro manso, muito dócil. Diante daquela pequena história o aluno resolveu perguntar- E qual é o mais forte? O sábio respondeu – O que eu alimentar. O mesmo se dará conosco na lida como os sofrimentos da vida. Dentro de nós haverá sempre um embate estabelecido entre problema e solução. Vencerá aquele que nós decidirmos alimentar...


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