Archive for the ‘namorada’ Category

Namorar não é fácil


2009
08.04

O convívio nos coloca abertos às criticas

Pessoas com desejo de se casar e constituir família sentem-se frustradas por não conseguirem levar adiante um relacionamento. O problema parece ainda maior quando se lembram dos namoros anteriores malsucedidos, nos quais foram criados vários sonhos em castelos de areia por acreditarem ter encontrado o (a) príncipe (princesa) encantado (a). Esses traumas seguramente seriam minimizados se, durante o envolvimento, esses casais levassem mais em conta a falta de disposição do outro para acolher as exigências e as responsabilidades da vida a dois, além de outros sinais que poderiam ser um forte indício de incompatibilidade.

É engano acreditar que somente pela condição financeira estabilizada ou pela boa aparência se consiga estabelecer um namoro duradouro. Viver bem esse tempo significa permitir que este nos ajude e nos ensine a lidar com algumas situações ainda não experimentadas, como divergências de opinião, interferências dos familiares no relacionamento, dificuldades em encontrar o equilíbrio, brigas, vícios, entre outras dificuldades que certamente surgirão durante o processo de conhecimento mútuo.

No convívio, o casal de namorados passa a ser regido conforme um princípio comum, estabelecido a partir dos valores nos quais foram educados e que irão fundamentar uma futura vida conjugal. Da mesma maneira que formamos opiniões sobre as pessoas, estas também criam conceitos a nosso respeito. Se num breve encontro com alguém somos capazes de fazer um julgamento, bem maiores serão as chances de elaborarmos um verdadeiro dossiê a respeito da pessoa com quem estamos convivendo nessa fase [namoro]. Muito mais que se confrontarem com ocasiões divergentes, os enamorados precisarão buscar soluções sensatas para equacionar os variados tipos de impasses.

É certo que a experiência do convívio a dois nos coloca abertos às possíveis críticas e a recíproca também é verdadeira. Ser desaprovados a respeito de uma roupa que estamos usando, por exemplo, não nos causa tanto desconforto se comparado ao mal-estar causado ao sermos censurados pelo nosso comportamento. Aprender a acolhê-las [críticas] e aplicá-las no nosso viver é uma das virtudes necessárias para o desenvolvimento de um bom relacionamento. Esse novo processo, o qual muitas vezes é lento, se torna mais fácil com a ajuda do outro, quando este também deseja viver as possíveis mudanças exigidas.

Namorar alguém muito diferente de nós, não significa que o relacionamento esteja fadado ao fracasso. Por outro lado, sabemos que, nesses casos, maiores devem ser os gestos de paciência e esforço de forma a criar novas perspectivas para as divergências nos pontos de vista, valores, ideais, entre outros. Apenas reclamar do (a) namorado (a) – que foi sua escolha – de nada ajudará.

O ritmo da nossa vida nos impulsiona a sermos melhores a cada dia. Não podemos ser guiados pelo próprio comodismo de continuar a ser aquilo que nos torna pouco agradáveis ou intransigentes ao outro. Insistir na ideia de que “aquele que gosta de mim precisa me aceitar como sou” não funciona. Fazer uma avaliação sobre o que tem sido vivido no namoro e corrigir os possíveis desvios facilita o convívio e fortalece os laços. Pode acontecer que, nessa análise, se descubra a intolerância como uma possível causa da desarmonia no relacionamento, a qual não deve ser levada para a próxima etapa, isto é, o casamento.

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Um abraço,

Foto Dado Moura
contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova, como articulista.
Para ouvir comentários de outros artigos, acesse: podcast Relacionamentos
Outros temas do autor: www.dadomoura.com

Só o amor convence


2009
07.09

O homem sábio não quer apenas ser feliz, mas fazer o outro feliz

O homem sábio não quer apenas ser feliz, mas fazer o outro feliz. A sabedoria contagia e se apresenta com doçura. Se você faz as coisas com doçura as pessoas vão amá-lo profundamente, pois você as terá conquistado.

Dom Bosco diz que o jovem não precisa simplesmente saber que é amado, ele precisa de gestos concretos de amor. Existem coisas que são extremamente doces neste mundo, uma delas é o nosso nome. Como é bom quando alguém se lembra da gente, quando não só nos admira, mas nos ama!

Nós não trazemos as pessoas para Deus por meio da exortação, mas sim, por meio de gestos concretos de amor. Só o amor cura, só o amor transforma, só o amor convence. É esse sentimento nobre que nos leva a ultrapassar os nossos limites. "Nada pela força, tudo pelo amor!" afirma São Francisco de Sales. Nisso está o verdadeiro poder.

Quando nós nos colocamos a serviço de alguém essa pessoa entende que estamos lhe dando amor. As coisas simples e os gestos pequenos de carinho fazem grande diferença. Muitas vezes o que os seus familiares mais querem é a sua atenção. O que você pode fazer é se colocar ao alcance das pessoas. Se você quer atingi-las deve antes descobrir do que elas estão precisando.

Eu tenho quase certeza de que você já teve a oportunidade de ter sido colocado numa roda na qual o acusaram. É difícil quando as pessoas que consideramos como amigas participam de tal acusação. Isso dói no mais profundo da alma!

O que mais me impressiona na passagem que narra o encontro da mulher pecadora com Jesus (cf. João 8,1-11) é a maneira doce com que Nosso Senhor a trata. Ele não lançou nenhum olhar de acusação nem para a mulher nem para as pessoas que armaram aquela emboscada. Ele faz um desafio. Não foi Cristo quem os acusa, são suas consciências. O Senhor presta àquela mulher o maior serviço que alguém poderia prestar: Ele salva a vida dela.

Jesus conversa com aquela mulher, e ao fazê-lo ela O compreende. Não existe maneira de compreender as pessoas sem conversar com elas. Há quanto tempo você não pergunta à sua mãe como ela está?

Existe uma colaboração que só você pode dar, escute as pessoas que estão à sua volta. Só sabemos o quanto um sapato aperta o pé quando o calçamos. “Calce o sapato” do seu irmão para saber onde está apertando; entre na vida dele, seja participativo!

Você vai conseguir trazer as pessoas para Deus a partir da sua experiência. A nossa missão é fazer com que as pessoas amem a Jesus, que se tornem sensíveis ao Seu amor. Quando a gente ama, até o nosso silêncio fala.

Foto Márcio Mendes
marciomendes@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, formado em teologia, autor dos livros "Quando só Deus é a resposta" e "Vencendo aflições, alcançando milagres".

Achei o Meu Amor!!!


2008
10.09

 

Achei o Meu Amor!!!

Me pediram para procurar

Para eu tentar encontrar

Não me deram dicas

De onde poderia estar.

Às vezes me complico

E consigo consertar

O erro que machuca

E demora para cicatrizar.

Ainda estou a procura

De alguém pra me ajudar

Encontrar o que não sei

E nem se deve solucionar.

Às vezes falo do Amor

Às vezes me pergunto:

"O que é o Amor?"

Mas de uma coisa

Eu sei,

Que você pode me ajudar...

Com o seu Amor

Que me encanta

Tudo vou solucionar

E uma simples

Frase vou dizer

Para o nosso Amor Sacramentar:

Natali, pra sempre vou te Amar ! ! !

 

A Busca…


2008
10.01

Meu Amor,

Por toda luz que me ilumina

Nada se compara a aquela

Que em seus olhos

Me esclarecem,

O medo de viver na escuridão.

Natali, Busco no sol uma frase com um sentido que Expressa o meu Amor...

Encontrei no teu olhar uma saída...

Tentando buscar algum lugar...

Encontrei aquele que é muito especial...

Lugar onde eu posso enfim...

Te dizer...

Eu te Amo...

O seu Coração.

No teu Amor-Ação.

Na minha vivência com o teu Coração...

Com o teu Amor...


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